Mais uma vez, estou aqui escrevendo, desabafando, chorando em palavras. Lágrimas secaram, são insuficientes pra expressar, já não tenho mais forças pra chorar e engraçado que mais uma vez o céu chorou por mim.
É estranho como praticamente toda semana, escrevo algo triste ou estou triste. Ninguém entende e ninguém me conhece melhor do que eu. Sei o que sinto, o que vivo, o que passo, muitas vezes complexo.
E mais uma vez chego ao ponto de querer jogar tudo pro alto, de desistir no meio do caminho, de não ter forças pra continuar.
Ligo de novo meu som, naquela música bem triste, que me traz lembranças que pensei estarem mortas.
Ando por ai, sorrindo por fora, tentando me destrair, tentando me convencer que estou bem. Aquelas festas que duram uma noite toda, que são maravilhosas e quando chega de manhã, não gosto de saber que voltei ao mundo real, que nada que me atormentava sumiu.
Tem momentos que me dá vontade de sumir, pois quero algo novo e não me sinto capaz de buscar isso.
Cada dia mais me afundo na minha propria incapacidade, chorando no quarto escuro, no banheiro frio, que me acolheu por muitas noites de insonia.
Mas o dia vem e me diz que tenho uma familia maravilhosa, que tenho amigos, mas o que está faltando? Existe dentro de mim um vazio, que até hoje não foi preenchido, um vazio dependente de algo que não sei dizer ao certo o que é.
Ao passar dos dias, descubro que nada muda, que mesmo pessoas diferentes tem atitudes iguais as que já me magoaram um dia. Descubro mentiras, omições. Por que não falar a verdade, por mais cruel que seja? Percebo nisso, que estou andando em circulos, que por mais que as companhias mudem, as ações são sempre iguais, mesmo que de pessoas que julgamos totalmente diferentes.
Já prometi mil vezes pra mim mesma que não me imoprtaria mais, que deixaria de acreditar, que agiria como todos. Que aprenderia a mentir como os outros. Mas até nisso fracassei. não aprendi a mentir, não aprendi a não acreditar, não aprendi a agir. Só continuei sendo como fui e me decepcionando como antes.
Gostaria muito nesse momento de estar sentindo raiva como das outras vezes que desabafei. Porém dessa vez o que mais me deixa angustiada, é a decepção que sinto gritar aqui no meu peito. É a tristeza, a dor de quem acreditou mais uma vez. Raiva passaria, decepção fica.
Deveria esperar menos das pessoas, mas acho que é bem dificil. Sempre acredito que são capazes de me surpreender, e isso até acontece, apenas em um momento. E como em tantas outras situações, ao clarear, tudo volta ao normal, inclusive meu sentimento de inutilidade.
Não consigo mais acreditar no amor e carinho das pessoas por mim, mas acredito que gostem de mim como gosto delas. Pura contradição que insiste em atormentar meus sonhos.
À noite sou circulada de interrogações, umas piores e maiores que as outras, questionamentos sobre o que quero, o que deveria querer ou fazer, por que não consigo me desvencilhar de vez disso. Não quero viver de passado, não quero viver de coisas tristes, muito menos viver dos meus textos e desabafos tristes.
Quero viver de sorrisos, lagrimas de alegrias, companheirismo, sinceridade e principalmente amor. É vago dizer que eu acredito no amor. Pois o amor de hoje, foi a sedução de ontem. O amor de ontem, não existe hoje.
Só quero caminhar, rir, brincar, ser feliz não só por um dia. O amanhã nunca vai chegar, mas é ele que preocupa à todos.
Até.
É estranho como praticamente toda semana, escrevo algo triste ou estou triste. Ninguém entende e ninguém me conhece melhor do que eu. Sei o que sinto, o que vivo, o que passo, muitas vezes complexo.
E mais uma vez chego ao ponto de querer jogar tudo pro alto, de desistir no meio do caminho, de não ter forças pra continuar.
Ligo de novo meu som, naquela música bem triste, que me traz lembranças que pensei estarem mortas.
Ando por ai, sorrindo por fora, tentando me destrair, tentando me convencer que estou bem. Aquelas festas que duram uma noite toda, que são maravilhosas e quando chega de manhã, não gosto de saber que voltei ao mundo real, que nada que me atormentava sumiu.
Tem momentos que me dá vontade de sumir, pois quero algo novo e não me sinto capaz de buscar isso.
Cada dia mais me afundo na minha propria incapacidade, chorando no quarto escuro, no banheiro frio, que me acolheu por muitas noites de insonia.
Mas o dia vem e me diz que tenho uma familia maravilhosa, que tenho amigos, mas o que está faltando? Existe dentro de mim um vazio, que até hoje não foi preenchido, um vazio dependente de algo que não sei dizer ao certo o que é.
Ao passar dos dias, descubro que nada muda, que mesmo pessoas diferentes tem atitudes iguais as que já me magoaram um dia. Descubro mentiras, omições. Por que não falar a verdade, por mais cruel que seja? Percebo nisso, que estou andando em circulos, que por mais que as companhias mudem, as ações são sempre iguais, mesmo que de pessoas que julgamos totalmente diferentes.
Já prometi mil vezes pra mim mesma que não me imoprtaria mais, que deixaria de acreditar, que agiria como todos. Que aprenderia a mentir como os outros. Mas até nisso fracassei. não aprendi a mentir, não aprendi a não acreditar, não aprendi a agir. Só continuei sendo como fui e me decepcionando como antes.
Gostaria muito nesse momento de estar sentindo raiva como das outras vezes que desabafei. Porém dessa vez o que mais me deixa angustiada, é a decepção que sinto gritar aqui no meu peito. É a tristeza, a dor de quem acreditou mais uma vez. Raiva passaria, decepção fica.
Deveria esperar menos das pessoas, mas acho que é bem dificil. Sempre acredito que são capazes de me surpreender, e isso até acontece, apenas em um momento. E como em tantas outras situações, ao clarear, tudo volta ao normal, inclusive meu sentimento de inutilidade.
Não consigo mais acreditar no amor e carinho das pessoas por mim, mas acredito que gostem de mim como gosto delas. Pura contradição que insiste em atormentar meus sonhos.
À noite sou circulada de interrogações, umas piores e maiores que as outras, questionamentos sobre o que quero, o que deveria querer ou fazer, por que não consigo me desvencilhar de vez disso. Não quero viver de passado, não quero viver de coisas tristes, muito menos viver dos meus textos e desabafos tristes.
Quero viver de sorrisos, lagrimas de alegrias, companheirismo, sinceridade e principalmente amor. É vago dizer que eu acredito no amor. Pois o amor de hoje, foi a sedução de ontem. O amor de ontem, não existe hoje.
Só quero caminhar, rir, brincar, ser feliz não só por um dia. O amanhã nunca vai chegar, mas é ele que preocupa à todos.
Até.

Um comentário:
Oi Jaque. Li teu texto e posso dizer que entendo o que sentes. Um vazio na alma, lembrancas que nao se apagam simplismente. Nao li os demais poemas mas creio que teu coracao esteja bastante turbulento com o que aconteceu.
Uma vez um amigo me comentou que a pessoa que chora e a que foi a mais sincera.
Nao e dificil de perceber que teu coracao foi partido. E doi, ahhh eu sei como isso doi. Quando a gente se entrega por inteiro e acredita, na mais pura inocencia que as coisas sao verdadeiras.
Nao e facil de se adaptar a esse mundo novo, cheio de superficialidades. Onde o que vale hoje, amanha ja nao vale mais. Uma brincadeira de crianca, um jogo de trocas, troca de casais. E tudo tao confuso que ninguem sabe mais o que quer. Afinal, os sentimentos estao se tornando descartaveis. A traicao uma coisa natural, o companheirsmo uma virtude sobre-natural.
Quando nos apaixonamos vamos esquecendo de nossa propria identidade e comecamos a viver em funcao do outro. Isso nao e tao ruim quando o outro tambem se sente assim. A parte ruim, e quando o outro nao gosta mais, ou nunca gostou tanto quanto a gente imagava que gostava.
Quando um telefonema. Ao atender se escuta aquela voz fria. Os presentes, as fotos, as musicas, os momentos singelos, um sorriso que se pareca, a maneira de se vestir, a maneira de olhar, os sonhos...
Bom,
acho que era pra escrever algo que te desse forca. Mas esse teu texto me fez lembrar dessa pessoa. Nao posso dizer o que deves sentir. Mas se estiver muito triste, triste mesmo, e isso estiver atrapalhando em outras areas como o estudo, trabalho, etc.
Procura um terapeuta ou algo assim. Nessas horas que estamos fragilizados as vezes nao conseguimos sair dessa sozinhos. Digo isso porque ja fiquei seriamente deprimido.
Marquei teu blog aqui. Vou acompanhar teus poemas.
Abraco
archiboybr@yahoo.com
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