Aqueles olhos tranquilos
Que passam calma
Ao mesmo tempo apontavam dúvidas
Eu via verdade nos olhos dele
E ao mesmo tempo via mistério
Mistério esse que me assustava às vezes
Confeso que eu já sabia o que era
Mas em meio a tanta verdade
Apareceu a omissão
Não senti raiva, nem ódio
Apenas uma decepção
Daqueles olhos saíram palvras tristes
Dos meus olhos saíram lágrimas
Mas não ali na frente dele
Fui forte e compreensiva como sempre
Eu não queria mudar o mundo
Eu não queria mudá-lo
Eu queria saber que foi real pra ele
Tanto quanto foi real pra mim
Por segundos o chão sumiu
O riso se escondeu
A palavra fugiu
A alegria adormeceu
Precisei em uma noite pensar
Se aquele era realmente o meu lugar
Se de fato era ali que eu devia estar
Pode ser que tenha visto pela ultima vez aquele olhar
E que meu caminho eu consiga continuar
Dando os passos como era antes de saber
Que um anjo também poderia ceder
Espero que a tua paz ainda me guie
Em cada passo que dou
Mesmo que para longe de ti
Aquele olhar em lembraças ficou.
Mesmo que em um momento faltasse a coragem
Ouvir era tudo o que eu pedia nos sonhos
Pra que em um dia não fosse necessário saber
Da verdade que se escondia atras dos olhos.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Mais um desabafo.
Mais uma vez, estou aqui escrevendo, desabafando, chorando em palavras. Lágrimas secaram, são insuficientes pra expressar, já não tenho mais forças pra chorar e engraçado que mais uma vez o céu chorou por mim.
É estranho como praticamente toda semana, escrevo algo triste ou estou triste. Ninguém entende e ninguém me conhece melhor do que eu. Sei o que sinto, o que vivo, o que passo, muitas vezes complexo.
E mais uma vez chego ao ponto de querer jogar tudo pro alto, de desistir no meio do caminho, de não ter forças pra continuar.
Ligo de novo meu som, naquela música bem triste, que me traz lembranças que pensei estarem mortas.
Ando por ai, sorrindo por fora, tentando me destrair, tentando me convencer que estou bem. Aquelas festas que duram uma noite toda, que são maravilhosas e quando chega de manhã, não gosto de saber que voltei ao mundo real, que nada que me atormentava sumiu.
Tem momentos que me dá vontade de sumir, pois quero algo novo e não me sinto capaz de buscar isso.
Cada dia mais me afundo na minha propria incapacidade, chorando no quarto escuro, no banheiro frio, que me acolheu por muitas noites de insonia.
Mas o dia vem e me diz que tenho uma familia maravilhosa, que tenho amigos, mas o que está faltando? Existe dentro de mim um vazio, que até hoje não foi preenchido, um vazio dependente de algo que não sei dizer ao certo o que é.
Ao passar dos dias, descubro que nada muda, que mesmo pessoas diferentes tem atitudes iguais as que já me magoaram um dia. Descubro mentiras, omições. Por que não falar a verdade, por mais cruel que seja? Percebo nisso, que estou andando em circulos, que por mais que as companhias mudem, as ações são sempre iguais, mesmo que de pessoas que julgamos totalmente diferentes.
Já prometi mil vezes pra mim mesma que não me imoprtaria mais, que deixaria de acreditar, que agiria como todos. Que aprenderia a mentir como os outros. Mas até nisso fracassei. não aprendi a mentir, não aprendi a não acreditar, não aprendi a agir. Só continuei sendo como fui e me decepcionando como antes.
Gostaria muito nesse momento de estar sentindo raiva como das outras vezes que desabafei. Porém dessa vez o que mais me deixa angustiada, é a decepção que sinto gritar aqui no meu peito. É a tristeza, a dor de quem acreditou mais uma vez. Raiva passaria, decepção fica.
Deveria esperar menos das pessoas, mas acho que é bem dificil. Sempre acredito que são capazes de me surpreender, e isso até acontece, apenas em um momento. E como em tantas outras situações, ao clarear, tudo volta ao normal, inclusive meu sentimento de inutilidade.
Não consigo mais acreditar no amor e carinho das pessoas por mim, mas acredito que gostem de mim como gosto delas. Pura contradição que insiste em atormentar meus sonhos.
À noite sou circulada de interrogações, umas piores e maiores que as outras, questionamentos sobre o que quero, o que deveria querer ou fazer, por que não consigo me desvencilhar de vez disso. Não quero viver de passado, não quero viver de coisas tristes, muito menos viver dos meus textos e desabafos tristes.
Quero viver de sorrisos, lagrimas de alegrias, companheirismo, sinceridade e principalmente amor. É vago dizer que eu acredito no amor. Pois o amor de hoje, foi a sedução de ontem. O amor de ontem, não existe hoje.
Só quero caminhar, rir, brincar, ser feliz não só por um dia. O amanhã nunca vai chegar, mas é ele que preocupa à todos.
Até.
É estranho como praticamente toda semana, escrevo algo triste ou estou triste. Ninguém entende e ninguém me conhece melhor do que eu. Sei o que sinto, o que vivo, o que passo, muitas vezes complexo.
E mais uma vez chego ao ponto de querer jogar tudo pro alto, de desistir no meio do caminho, de não ter forças pra continuar.
Ligo de novo meu som, naquela música bem triste, que me traz lembranças que pensei estarem mortas.
Ando por ai, sorrindo por fora, tentando me destrair, tentando me convencer que estou bem. Aquelas festas que duram uma noite toda, que são maravilhosas e quando chega de manhã, não gosto de saber que voltei ao mundo real, que nada que me atormentava sumiu.
Tem momentos que me dá vontade de sumir, pois quero algo novo e não me sinto capaz de buscar isso.
Cada dia mais me afundo na minha propria incapacidade, chorando no quarto escuro, no banheiro frio, que me acolheu por muitas noites de insonia.
Mas o dia vem e me diz que tenho uma familia maravilhosa, que tenho amigos, mas o que está faltando? Existe dentro de mim um vazio, que até hoje não foi preenchido, um vazio dependente de algo que não sei dizer ao certo o que é.
Ao passar dos dias, descubro que nada muda, que mesmo pessoas diferentes tem atitudes iguais as que já me magoaram um dia. Descubro mentiras, omições. Por que não falar a verdade, por mais cruel que seja? Percebo nisso, que estou andando em circulos, que por mais que as companhias mudem, as ações são sempre iguais, mesmo que de pessoas que julgamos totalmente diferentes.
Já prometi mil vezes pra mim mesma que não me imoprtaria mais, que deixaria de acreditar, que agiria como todos. Que aprenderia a mentir como os outros. Mas até nisso fracassei. não aprendi a mentir, não aprendi a não acreditar, não aprendi a agir. Só continuei sendo como fui e me decepcionando como antes.
Gostaria muito nesse momento de estar sentindo raiva como das outras vezes que desabafei. Porém dessa vez o que mais me deixa angustiada, é a decepção que sinto gritar aqui no meu peito. É a tristeza, a dor de quem acreditou mais uma vez. Raiva passaria, decepção fica.
Deveria esperar menos das pessoas, mas acho que é bem dificil. Sempre acredito que são capazes de me surpreender, e isso até acontece, apenas em um momento. E como em tantas outras situações, ao clarear, tudo volta ao normal, inclusive meu sentimento de inutilidade.
Não consigo mais acreditar no amor e carinho das pessoas por mim, mas acredito que gostem de mim como gosto delas. Pura contradição que insiste em atormentar meus sonhos.
À noite sou circulada de interrogações, umas piores e maiores que as outras, questionamentos sobre o que quero, o que deveria querer ou fazer, por que não consigo me desvencilhar de vez disso. Não quero viver de passado, não quero viver de coisas tristes, muito menos viver dos meus textos e desabafos tristes.
Quero viver de sorrisos, lagrimas de alegrias, companheirismo, sinceridade e principalmente amor. É vago dizer que eu acredito no amor. Pois o amor de hoje, foi a sedução de ontem. O amor de ontem, não existe hoje.
Só quero caminhar, rir, brincar, ser feliz não só por um dia. O amanhã nunca vai chegar, mas é ele que preocupa à todos.
Até.
domingo, 8 de novembro de 2009
Meu sonho em você
Se não posso estar com você, posso ao menos sonhar.
Sonhar só custa tempo, sonho com o olho aberto.
Se eu pegar no sono e ainda assim sonhar.
Parece que você vai embora ao acordar.
No sonho você chega, me abraça, me beija.
Faz o mundo parar naquele momento.
E ali você está comigo
Tão real como meu sentimento.
Queria que fosse sempre como aquele dia.
se você acreditasse que daria certo.
Eu não sabia mais que existia.
É tão lindo e sincero.
O que sinto é de verdade
É tão suave como o vento.
Mesmo que não reciproco
Não sentia isso há muito tempo.
É o amor platonico que bate no meu peito.
Posso te falar que amar também é certo
Mas sonhar é o meu unico jeito.
De te ter sempre por perto.
Sonhar só custa tempo, sonho com o olho aberto.
Se eu pegar no sono e ainda assim sonhar.
Parece que você vai embora ao acordar.
No sonho você chega, me abraça, me beija.
Faz o mundo parar naquele momento.
E ali você está comigo
Tão real como meu sentimento.
Queria que fosse sempre como aquele dia.
se você acreditasse que daria certo.
Eu não sabia mais que existia.
É tão lindo e sincero.
O que sinto é de verdade
É tão suave como o vento.
Mesmo que não reciproco
Não sentia isso há muito tempo.
É o amor platonico que bate no meu peito.
Posso te falar que amar também é certo
Mas sonhar é o meu unico jeito.
De te ter sempre por perto.
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