quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Levar o mundo.

Em tantos momentos me vi perguntar
O que seria de mim em uns anos
Chorava buscando encontrar
As respostas que me fizessem continuar

Encontrei naquele lugar
Uma resposta que faria mudar
Seguir um novo rumo
onde só ha um caminho no final

Eu sabia que o mundo eu poderia levar
Se saisse do mesmo lugar
E ouvisse o meu coração
Que em sonhos fazia guiar

Quando não tive mais forças pra chorar
Foi o ceu quem chorou por mim
E um anjo enviado para ajudar
Me deu a mão pra levantar

De tudo que passei continuo a aprender
Sem barreiras agora e poder viver
Querendo ainda o mundo levar
Pra que todos aqueles possam encontrar

Encontrar da mesma forma que encontrei
Aquele caminho pra continuar
E por onde eu andar
vão lembrar que passei

E um dia quando tudo acabar
Em paz vou poder descançar
Tendo em mente que mudei
aquele mundo que levei.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Inexplicavel

E eu que não me escondo mais
Vagando encontrei minha paz.
De diversas vezes que errei
Busquei reerguer por você

E assim consegui achar
Aquele abraço a me confortar
Aqueles olhos que me guiam
Sinceros sem falar

Inexplicavel como aconteceu
Veio derrepente sem avisar
Com a troca mais pura de um olhar
E o sorriso fez a tempestade cessar

Bem surreal você chegou
Da forma mais pura e sincera
Que minha mente estagnou
E não enxergou nada senao você

Aquela noite eternizou em minha mente
E a cada pensamento você aparece
Até quando durmo no incosciente
Em meus sonhos você retorna

Ao olhar o ceu vejo seu rosto
No silencio escuto sua voz
Só queria que você ouvisse
Quando falo de nós

Não importa quão distante
Cada vez que eu pensar em você
Sei que sentirá e em mim pensará
Quando no seu ouvido o vento soprar

Todas as minhas palavras
O vento irá levar, você vai saber
Exatamente todos os momentos
que não consigo não pensar em você

domingo, 25 de outubro de 2009

Sete palmos.

Aquelas vozes que tanto diziam, me falaram jamais.
Aquele sentido todo que fazia, hoje não vejo mais.
Aqueles olhos que choravam, continuam tão iguais.
O momento que lembrava, ha muito ficou pra tras.

Um caminho sem volta, estrada sem saida.
Obteve aquela dor.
Dor tão conhecida por mim.
Que insistia em cada noite retornar.

As sombras da escuridão.
Os pedaços jogados ao chão.
De um alguém que não voltou.
À vida que deveria pertencer.

O sopro de um implorar.
Pedindo à Deus para parar.
E nem ao menos pôde suplicar.
Pois não existia nada no lugar.

Lugar onde bateu um coração.
Suspirou pela ultima vez em vão.
Onde ninguém se pos a chorar.
E lá sozinho ele vai continuar.

A sete palmos se fez descansar.
E agora que ele pretende voltar.
O vento soprou forte.
aqui nunca mais ele estará.