Eu passei noites acordada a imaginar
Em que lugar você poderia estar
Sem saber se ainda vou te ver
Sem saber se você ainda vai voltar
Você foi sem ao menos se despedir
Saiu pela porta contraria à que entrou
Apenas teu ultimo olhar eu lembro
Daquele dia em que a lágrima escorreu
Aquele dia foi o que você me falou
Que se fosse da primeira vez daria certo
Mas nossos erros foram maiores que os acertos
E então nos perdemos
Você me mostrou que teriamos sido felizes
Se eu não tivesse pensado somente em mim
E abrisse espaço pro nosso amor
Que no final só sobrou dor, por ser apenas o fim
Um dia, quem sabe, talvez
Essas palavras de duvidas se tornem certezas
E você possa me perdoar pelos erros que insisto em cometer
Metendo os pés pelas mãos, mas eu juro
Eu errava, tentando acertar,querendo ser o melhor pra você
E as vezes por não conseguir, perdia o controle dos meus atos
Mas agora eu sei, que as noites que virei, procurando o porquê
Me fizeram perceber, que eu ainda te amo.
E nessa noite vou me deitar, em meus sonhos te encontrar,
E se não for pedir muito à você, só me acorde na próxima estação
Quando os jardins estiverem coberto da mais bela flor
E você estiver de volta, pra continuar nossa história de amor.
Ao som de: 'Vermilion pt2 - Slipknot'
Passar bem!
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Hoje eu falei, apenas pra vocês...
Hoje conversei com o mais sábio de todos os sentidos.
Hoje conversei com a razão,
Expliquei os motivos do coração
De falar tanto de amor.
As vezes uma confusão, se cria em minha mente
E me perco tão vagamente,despertando levemente
De lembranças que o tempo deixou aqui dentro.
Eu sinto saudade dos momentos que vivi, das pessoas que conheci,
Dos amores que perdi, das histórias que não construi.
Eu sinto falta dos abraços, dos amigos do passado, das aventuras
E de tudo que me lembra vocês.
Agora o que me resta, são fotos que tiramos, palavras que largamos,
Lembranças que deixamos, e que o tempo não vai apagar.
Não importa o que fizemos, ou as coisas que esquecemos,
As brigas que marcaram, as lágrimas que rolaram.
Não importa o que o tempo levou, me prendo ao que ficou.
E o que ficou, ninguém vai tirar de mim.
E todo amor que sinto por vocês, vou levar comigo, e sempre mais
Nesse mundo onde as palavras, se tornaram só palavras.
E por mais dificil que seja pra acreditar, aqui eu vou deixar
Mais uma vez os sentimentos transformados em meras palavras.
Hoje já não posso mais em atitudes provar, mas em letras mostrar
Que eu nunca esqueci vocês. E assim vai ser, hoje e sempre.
sem mais.
Hoje conversei com a razão,
Expliquei os motivos do coração
De falar tanto de amor.
As vezes uma confusão, se cria em minha mente
E me perco tão vagamente,despertando levemente
De lembranças que o tempo deixou aqui dentro.
Eu sinto saudade dos momentos que vivi, das pessoas que conheci,
Dos amores que perdi, das histórias que não construi.
Eu sinto falta dos abraços, dos amigos do passado, das aventuras
E de tudo que me lembra vocês.
Agora o que me resta, são fotos que tiramos, palavras que largamos,
Lembranças que deixamos, e que o tempo não vai apagar.
Não importa o que fizemos, ou as coisas que esquecemos,
As brigas que marcaram, as lágrimas que rolaram.
Não importa o que o tempo levou, me prendo ao que ficou.
E o que ficou, ninguém vai tirar de mim.
E todo amor que sinto por vocês, vou levar comigo, e sempre mais
Nesse mundo onde as palavras, se tornaram só palavras.
E por mais dificil que seja pra acreditar, aqui eu vou deixar
Mais uma vez os sentimentos transformados em meras palavras.
Hoje já não posso mais em atitudes provar, mas em letras mostrar
Que eu nunca esqueci vocês. E assim vai ser, hoje e sempre.
sem mais.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Eternas crianças em pequenas atitudes.
Meus pensamentos voam, enquanto meus olhos se fecham, criando idéias de coisas da vida.
Parei pra reparar que as cenas, os gestos mais singelos, são aqueles que parecem mais bobos.
A simplicidade, e a beleza, se encontram nas pequenas coisas.
Tão simples como uma gota d'agua, uma vírgula, um ponto, uma pedra, uma flor, um cheiro, um olhar, um sorriso, um abraço, um beijo.. entre outros.
Já parou pra pensar que aquilo que não podemos ver, é exatamente o mais importante? Pois de tão simples que parecem ser, achamos as vezes que não importa. Pense comigo: ao olhar o mar e ver a linha do horizonte, onde muitos veem apenas um 'nada' enquanto outros buscam inspiração pra uma vida inteira; ou uma folha da árvore que cai, representando mudança de estação ou apenas por estar velha; o vento que sopra e carrega os pequenos grãos de areia mudando montes; a água que bate nas rochas e que com o tempo vai tirando minúsculas pedras modificando a sua forma.
São essas pequenas coisas que ninguém vê, que não dão importância. Assim como sentimentos, você não os vê, porém os sente. E se ele é tão impotante, por que os fenomenos da natureza também não podem ser importantes.
Estava a observar um casal de velhinhos na praça, caminhando de mãos dadas, quando ele correu como menino, arrancou uma flor de uma casa, e deu para sua esposa. Uma cena que me encantou, pois o amor prevalece em algumas pessoas, não importa o tempo que se passe. Um pequeno gesto, merecedor do mais belo sorriso de tal senhora, que foi um agradecimento por uma vida toda. E eles agora vivendo como duas crianças novamente.
Um outro fato, da criança que brincava montando castelos de areia, acreditando que era o castelo dela, até bater o vento e levar parte de seu castelo, e assim, ela construia tudo novamente.
Fiquei horas a observar as pessoas da praça, crianças, adolescentes, adultos, idosos, e percebi que não importa a idade, seremos eternas crianças.
Pois cá entre nós, não existe coisa mais linda, que o sonho de uma criança. Não existe coisa melhor, que sermos pra sempre, nada mais que simples crianças.
Sem mais, a criança dos 17 anos.
Parei pra reparar que as cenas, os gestos mais singelos, são aqueles que parecem mais bobos.
A simplicidade, e a beleza, se encontram nas pequenas coisas.
Tão simples como uma gota d'agua, uma vírgula, um ponto, uma pedra, uma flor, um cheiro, um olhar, um sorriso, um abraço, um beijo.. entre outros.
Já parou pra pensar que aquilo que não podemos ver, é exatamente o mais importante? Pois de tão simples que parecem ser, achamos as vezes que não importa. Pense comigo: ao olhar o mar e ver a linha do horizonte, onde muitos veem apenas um 'nada' enquanto outros buscam inspiração pra uma vida inteira; ou uma folha da árvore que cai, representando mudança de estação ou apenas por estar velha; o vento que sopra e carrega os pequenos grãos de areia mudando montes; a água que bate nas rochas e que com o tempo vai tirando minúsculas pedras modificando a sua forma.
São essas pequenas coisas que ninguém vê, que não dão importância. Assim como sentimentos, você não os vê, porém os sente. E se ele é tão impotante, por que os fenomenos da natureza também não podem ser importantes.
Estava a observar um casal de velhinhos na praça, caminhando de mãos dadas, quando ele correu como menino, arrancou uma flor de uma casa, e deu para sua esposa. Uma cena que me encantou, pois o amor prevalece em algumas pessoas, não importa o tempo que se passe. Um pequeno gesto, merecedor do mais belo sorriso de tal senhora, que foi um agradecimento por uma vida toda. E eles agora vivendo como duas crianças novamente.
Um outro fato, da criança que brincava montando castelos de areia, acreditando que era o castelo dela, até bater o vento e levar parte de seu castelo, e assim, ela construia tudo novamente.
Fiquei horas a observar as pessoas da praça, crianças, adolescentes, adultos, idosos, e percebi que não importa a idade, seremos eternas crianças.
Pois cá entre nós, não existe coisa mais linda, que o sonho de uma criança. Não existe coisa melhor, que sermos pra sempre, nada mais que simples crianças.
Sem mais, a criança dos 17 anos.
O anel da sorte.
Em meio a tanta violência, ainda encontramos pessoas de bem. Mesmo que pessoas simples, pessoas de caráter.
Fiquei impressionada com o que presenciei estes dias.
Estava em uma rodoviária, por onde passo de costume, num dia movimentado, com pessoas de todos os tipos.
Assim que subia a passarela, fui abordada por um homem, que aos olhos críticos, seria uma pessoa bem apessoada, "cara limpa", barba feita, e bem arrumado. Ele apenas falou que queria o dinheiro, não pediu absolutamente nada, por sorte! Dinheiro, algo material, coisa que para ele não faltava, algo que me deixou muito revoltada. Pra não por minha vida em risco, dei o dinheiro que tinha no bolso, e segui na passarela, com inumeras perguntas na cabeça: Onde esse mundo vai parar? Como chegamos a este nível?
Mais a frente, vi sentados no chão, uma mulher bem pobre, com uma criança no colo, e dois homens a sua volta. E quando eu passava por eles, um dos homens me parou. Lembro apenas que seu nome era Armando. Ele contava sua história enquanto fazia algum artesanato. Eu parei pra ouvir, encantada com a história de vida daquele homem e sua família. Eles nunca tiveram bens materiais, e sobreviviam dos seus artesanatos. Eram Hippies. E ele a todo momento dizia: mesmo assim, somos felizes.
Ao terminar sua história, ele terminou o que fazia com tanto cuidado, e assim ele seguiu dizendo: costumamos vender nossos artesanatos, mas este aqui, é especialmente para você. O preço por este presente, é o seu sorriso, que de tudo foi o mais sincero e mais puro como de uma criança. Uma pessoa humilde, que não se importou com a aparência, e ouviu minha história e até se emocionou. O que acabo de fazer, é um anel com uma flor ... Ele dizia isso colocando o anel em meu dedo, e assim continuou: este anel te dará sorte! Ponha a mão em seu coração. Agora, vá com Deus! Ele guiará seus passos.
O que mais me espantou nessa história, foi o homem bem apessoado, aparentemente com uma condição financeira boa, me roubou, não sei se pelo dinheiro, ou pelo simples prazer de roubar, enquanto o Hippie, que muitas vezes fica sem comer por falta de dinheiro, não quis absolutamente nada além de um simples sorriso.
Assim, termino de escrever, com estes fatos na memória, e o anel da sorte no dedo.
Sem mais.
Fiquei impressionada com o que presenciei estes dias.
Estava em uma rodoviária, por onde passo de costume, num dia movimentado, com pessoas de todos os tipos.
Assim que subia a passarela, fui abordada por um homem, que aos olhos críticos, seria uma pessoa bem apessoada, "cara limpa", barba feita, e bem arrumado. Ele apenas falou que queria o dinheiro, não pediu absolutamente nada, por sorte! Dinheiro, algo material, coisa que para ele não faltava, algo que me deixou muito revoltada. Pra não por minha vida em risco, dei o dinheiro que tinha no bolso, e segui na passarela, com inumeras perguntas na cabeça: Onde esse mundo vai parar? Como chegamos a este nível?
Mais a frente, vi sentados no chão, uma mulher bem pobre, com uma criança no colo, e dois homens a sua volta. E quando eu passava por eles, um dos homens me parou. Lembro apenas que seu nome era Armando. Ele contava sua história enquanto fazia algum artesanato. Eu parei pra ouvir, encantada com a história de vida daquele homem e sua família. Eles nunca tiveram bens materiais, e sobreviviam dos seus artesanatos. Eram Hippies. E ele a todo momento dizia: mesmo assim, somos felizes.
Ao terminar sua história, ele terminou o que fazia com tanto cuidado, e assim ele seguiu dizendo: costumamos vender nossos artesanatos, mas este aqui, é especialmente para você. O preço por este presente, é o seu sorriso, que de tudo foi o mais sincero e mais puro como de uma criança. Uma pessoa humilde, que não se importou com a aparência, e ouviu minha história e até se emocionou. O que acabo de fazer, é um anel com uma flor ... Ele dizia isso colocando o anel em meu dedo, e assim continuou: este anel te dará sorte! Ponha a mão em seu coração. Agora, vá com Deus! Ele guiará seus passos.
O que mais me espantou nessa história, foi o homem bem apessoado, aparentemente com uma condição financeira boa, me roubou, não sei se pelo dinheiro, ou pelo simples prazer de roubar, enquanto o Hippie, que muitas vezes fica sem comer por falta de dinheiro, não quis absolutamente nada além de um simples sorriso.
Assim, termino de escrever, com estes fatos na memória, e o anel da sorte no dedo.
Sem mais.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Ator ou personagem?
Hoje aconteceu algo engraçado. Ao conversar com um amigo, ele me contou da história de um cego que entrou no vagão do trem com sua sanfona, e sem querer nada, tocou sua música e foi embora, com a mão entendida para o céu, e ele não pedia esmola.
Isso me fez pensar, que existe tanta gente pequena. Digo isso no caráter. Pessoas perfeitas de audição, visão, e todos os outros sentidos, que precisam de uma ilusão que chamam de vida. Pessoas que criam suas fantasias e acreditam nas próprias mentiras que contam. Que fazem de seus problemas, algo merecedor de piedade. Que cobiçam o que seus amigos conquistaram, e faz de tudo para ter. O que inventa coisas pra ser superior a todos. E me diz, de que vale isso?
Que merda de mundo vivemos? Onde as pessoas acham que a vida é um teatro, e simplesmente encenam o tempo todo. Banalizam os sentimentos.
O pior cego, não é aquele que não vê quem o cerca, pois ele sente, ele confia sem ver, mas ele sabe. O pior cego, é aquele que não quer ver e/ou aquele que vê e se faz de cego. Cegos, usam muletas, não fazem as pessoas de muletas.
Essas pessoas medíocres, em breve terão suas máscaras tiradas. Essas pessoas em breve, não terão mais o que inventar. Essas pessoas em breve, se afogarão no próprio mar de farsas. Essas pessoas, serão somente essas pequenas pessoas.
Sem mais.
Isso me fez pensar, que existe tanta gente pequena. Digo isso no caráter. Pessoas perfeitas de audição, visão, e todos os outros sentidos, que precisam de uma ilusão que chamam de vida. Pessoas que criam suas fantasias e acreditam nas próprias mentiras que contam. Que fazem de seus problemas, algo merecedor de piedade. Que cobiçam o que seus amigos conquistaram, e faz de tudo para ter. O que inventa coisas pra ser superior a todos. E me diz, de que vale isso?
Que merda de mundo vivemos? Onde as pessoas acham que a vida é um teatro, e simplesmente encenam o tempo todo. Banalizam os sentimentos.
O pior cego, não é aquele que não vê quem o cerca, pois ele sente, ele confia sem ver, mas ele sabe. O pior cego, é aquele que não quer ver e/ou aquele que vê e se faz de cego. Cegos, usam muletas, não fazem as pessoas de muletas.
Essas pessoas medíocres, em breve terão suas máscaras tiradas. Essas pessoas em breve, não terão mais o que inventar. Essas pessoas em breve, se afogarão no próprio mar de farsas. Essas pessoas, serão somente essas pequenas pessoas.
Sem mais.
Assinar:
Postagens (Atom)
